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Trump eleva tom contra Irã e adota 'modelo Venezuela' ao tentar intervir em sucessão; veja em que pé está a guerra

Donald Trump diz que vai participar da escolha do novo líder supremo do Irã O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom da guerra com o Irã e...

Trump eleva tom contra Irã e adota 'modelo Venezuela' ao tentar intervir em sucessão; veja em que pé está a guerra
Trump eleva tom contra Irã e adota 'modelo Venezuela' ao tentar intervir em sucessão; veja em que pé está a guerra (Foto: Reprodução)

Donald Trump diz que vai participar da escolha do novo líder supremo do Irã O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, elevou o tom da guerra com o Irã e falou que vai "precisar" se envolver pessoalmente na escolha do novo líder supremo – linha semelhante à vista no começo do ano com a Venezuela, quando uma intervenção americana tirou Nicolás Maduro da presidência. Enquanto isso, o Irã jurou vingança pela derrubada de um navio de guerra e disse ter afundado um petroleiro com bandeira americana nas proximidades do Estreito de Ormuz, essencial para o comércio mundial. Uma bandeira preta e uma bandeira do Irã tremulam ao vento em Teerã Majid Asgaripour/WANA via Reuters 🪖 O conflito começou após bombardeios dos EUA e de Israel em Teerã que mataram o líder supremo Ali Khamenei e autoridades iranianas de alto escalão no sábado (28). Desde então, o Irã tem retaliado contra Israel e países do Oriente Médio que abrigam bases norte-americanas. ⚫ Segundo a mídia estatal iraniana, o número de mortos na ofensiva dos EUA e de Israel no Irã subiu para 1.230. 🚨 Veja, a seguir, as principais falas e eventos: Trump adota 'modelo Venezuela' e diz que 'precisa' se envolver na escolha do novo líder supremo Irã diz ter atingido petroleiro dos EUA Libaneses fogem de Beirute em meio a ataques EUA pedem ajuda à Ucrânia para lidar com drones Trump adota 'modelo Venezuela' e diz que 'precisa' se envolver na escolha do novo líder supremo O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse ao site americano Axios que precisa "se envolver pessoalmente" na escolha do próximo líder supremo do Irã. "Queremos participar do processo de escolha da pessoa que irá liderar o Irã no futuro. Não precisamos voltar a cada cinco anos e fazer isso de novo e de novo... Alguém que seja ótimo para o povo, ótimo para o país", declarou. Uma postura semelhante foi adotada pelo presidente americano no início de 2026, quando os Estados Unidos fizeram uma operação na Venezuela para capturar o então ditador Nicolás Maduro. 👉 A Casa Branca promoveu um cerco à Venezuela, enviando uma frota militar que incluía o maior navio de guerra do mundo, o USS Gerald Ford, para águas internacionais no Mar do Caribe. Segundo o governo americano, a operação buscava combater uma rede de narcotráfico. 👉 Maduro foi capturado no dia 3 de janeiro e está preso nos Estados Unidos, enquanto o governo interino de Delcy Rodríguez segue negociando com Trump o futuro do país e do chavismo. Em fevereiro, o USS Gerald Ford foi mandado para o Oriente Médio, em meio à intensificação da campanha de pressão de Trump sobre o Irã. A resistência do Irã após quase uma semana de conflito, e a mobilização interna para a eleição do próximo líder supremo sem participação do EUA, apontam que o desafio, desta vez, pode não ser o mesmo. O presidente dos EUA, Donald Trump, em discurso Jonathan Ernst/Reuters 🔄 Trump afirmou ainda que considera "inaceitável" a possível sucessão por Mojtaba Khamenei, filho do aiatolá Ali Khamenei, morto no sábado (28). Mostramos nesta reportagem quem são os cotados. Mais tarde, em discurso feito durante uma cerimônia para receber o time de futebol Inter Miami, o presidente disse que os EUA querem "acabar com o Irã primeiro", antes de lidar com a situação de Cuba. "Questão de tempo", disse Trump. Voltar ao menu. Irã diz ter atingido petroleiro dos EUA A mídia estatal iraniana afirmou que forças da Guarda Revolucionária atingiram um navio com bandeira dos Estados Unidos no norte do Golfo Pérsico. O governo americano ainda não se pronunciou, nem foi divulgado o nome da embarcação alvejada. Mais cedo, o ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araqchi, disse que os EUA "vão se arrepender amargamente" por terem afundado um navio de guerra do país. "Os Estados Unidos perpetraram uma atrocidade no mar. A fragata Iris Dena, convidada da Marinha da Índia e transportando quase 130 marinheiros, foi atingida em águas internacionais sem aviso prévio", afirmou Araqchi nas redes sociais. 🚢 A Guarda Revolucionária diz ter "controle total" do Estreito de Ormuz, um ponto-chave para o comércio mundial de petróleo. Cerca de um quinto de todo o consumo mundial de petróleo passa por lá. Infográfico - Estreito de Ormuz Arte/g1 Ao menos três incidentes do tipo foram reportados: Skylight, de bandeira do Palau, foi alvejado por projétil no sábado perto da costa do Omã. Quatro ficaram feridos e 20 tripulantes foram evacuados; MKD VYOM, de bandeira das Ilhas Marshall, foi alvejado por drone perto da costa do Omã no domingo (1º). Um tripulante morreu e houve um incêndio na sala de máquinas do navio; Athe Nova, de bandeira de Honduras, foi alvejado por dois drones e pegou fogo na segunda (2). Irã bombardeia Azerbaijão e Bahrein Voltar ao menu. Libaneses fogem de Beirute em meio a ataques Os ataques de Israel ao Líbano já deixaram mais de 100 mortos e 638 feridos desde segunda, segundo o Ministério da Saúde libanês. Alertas de evacuação emitidos pelo Exército israelense provocaram pânico e fuga de moradores dos subúrbios do sul de Beirute nesta quinta. A ofensiva começou após o grupo terrorista Hezbollah lançar mísseis e drones contra o território israelense no domingo (1º), em resposta à ação contra o Irã, que é seu aliado. O chefe do Hezbollah, Naim Qassem AL MANAR TV Em seu primeiro pronunciamento desde a retomada dos confrontos, o chefe do Hezbollah, Naim Qassem, afirmou que o grupo continuará lutando "independentemente dos sacrifícios". "O que Israel fez após o ataque com foguetes não foi uma resposta; pelo contrário, foi uma agressão premeditada. Nossa escolha é enfrentá-los com o máximo de abnegação. Não nos renderemos; nos defenderemos com nossas capacidades e nossa fé, não importando os sacrifícios", afirmou. Voltar ao menu. EUA pedem ajuda à Ucrânia para lidar com drones O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que recebeu dos EUA um pedido de apoio para lidar com drones de origem iraniana no Oriente Médio. "Dei instruções para que fossem providenciados os meios necessários e garantida a presença de especialistas ucranianos que possam assegurar a segurança exigida", afirmou o ucraniano em um post na rede social X. Em entrevista, Trump disse que aceitará ajuda de qualquer país na ofensiva contra o Irã. Ele também voltou a pressionar Zelensky a negociar um acordo com a Rússia para encerrar a guerra na Ucrânia. Um ataque de drone foi registrado hoje no Azerbaijão, em um aeroporto e em uma escola. O Azerbaijão acusou o Irã de realizar o ataque e disse ter convocado o embaixador iraniano para apresentar explicações. O governo iraniano, no entanto, negou ter disparado os drones, segundo a mídia estatal do país. FOTO: criança brinca com míssil não detonado na Síria Drone explode no aeroporto de Nakhchivan, no Azerbaijão Voltar ao menu.