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Sem dizer quando e nem o perfil, Lula afirma que não abre mão da prerrogativa de nova indicação para o Supremo

Planalto ainda vai definir quem indicar para a vaga aberta no Supremo No Congresso e no Palácio do Planalto, a expectativa agora é saber quem o presidente Lul...

Sem dizer quando e nem o perfil, Lula afirma que não abre mão da prerrogativa de nova indicação para o Supremo
Sem dizer quando e nem o perfil, Lula afirma que não abre mão da prerrogativa de nova indicação para o Supremo (Foto: Reprodução)

Planalto ainda vai definir quem indicar para a vaga aberta no Supremo No Congresso e no Palácio do Planalto, a expectativa agora é saber quem o presidente Lula vai indicar para a vaga aberta no Supremo - e quando. Assim que soube da derrota, o presidente Lula ligou para Jorge Messias para prestar solidariedade. O presidente também falou com o ministro da Articulação Política, José Guimarães. Orientados, os dois falaram aos jornalistas e seguiram para o Palácio da Alvorada, onde estavam líderes do governo e outros ministros. O jantar, programado para comemoração, virou encontro para avaliação. Mais de uma hora de conversa. As opiniões se dividiram: uns defenderam a demissão de indicados do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, em cargos no governo. Outros foram favoráveis a repetir a indicação de Jorge Messias ou a escolher outro nome. Aos presentes no jantar, Lula considerou que a derrota é do jogo e pontuou que a rejeição não teve a ver com os requisitos técnicos de Jorge Messias. O presidente afirmou que não abre mão da prerrogativa de nova indicação para o Supremo. Sem dizer quando e nem o perfil, adiantou que não vai negociar a indicação e que cabe ao Senado analisar. “O presidente não vai abrir mão da sua atribuição de fazer nova indicação ao STF - Supremo Tribunal Federal, e eu defendo que essa indicação seja antes, bem antes das eleições, seja o quanto antes ela venha ocorrer para até ter tempo da apreciação por parte do Senado novamente”, diz o senador Randolfe Rodrigues, do PT-AP, líder do governo no Congresso. Senadores da oposição sinalizam que Alcolumbre só vai tramitar o tema depois das eleições de outubro. Sem dizer quando e nem o perfil, Lula afirma que não abre mão da prerrogativa de nova indicação para o Supremo Jornal Nacional/ Reprodução Desde a metade de outubro de 2025, com a aposentadoria antecipada de Luís Roberto Barroso, o STF tem dez ministros. Há pelo menos 14 processos suspensos, aguardando a chegada do 11º ministro. São julgamentos empatados, que tratam de meio ambiente, segurança e funcionalismo público. Mas não é só no plenário que a ausência de um ministro impacta nos julgamentos. Na Primeira Turma do STF, que atualmente tem quatro, e não cinco ministros, o empate em casos criminais favorece automaticamente o réu. Assim que o presidente Lula indicar o nome, todo o processo recomeça. O presidente do Senado decide quando manda a indicação para a Comissão de Constituição e Justiça, que marca a sabatina. A palavra final é do plenário, que confirma ou rejeita a escolha presidencial, com maioria absoluta dos votos. LEIA TAMBÉM Senado impõe derrota inédita ao Palácio do Planalto e rejeita indicação de Jorge Messias para vaga no Supremo Tribunal Federal 'Faz parte do processo democrático saber ganhar e saber perder', diz Jorge Messias após ser rejeitado ao Supremo pelo Senado Ana Flor: Lula sinaliza a aliados que não vai abrir mão de nova indicação para o STF após derrota de Messias Andréia Sadi: Aliados de Lula defendem Messias no Ministério da Justiça como reação após derrota no Senado