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Resultados preliminares e parciais colocam sucessora escolhida pelo presidente da Costa Rica perto de vencer a presidência

A candidata à presidência da Costa Rica, Laura Fernández, se prepara para votar em uma seção eleitoral em Cartago, Costa Rica, no domingo, 1º de fevereiro...

Resultados preliminares e parciais colocam sucessora escolhida pelo presidente da Costa Rica perto de vencer a presidência
Resultados preliminares e parciais colocam sucessora escolhida pelo presidente da Costa Rica perto de vencer a presidência (Foto: Reprodução)

A candidata à presidência da Costa Rica, Laura Fernández, se prepara para votar em uma seção eleitoral em Cartago, Costa Rica, no domingo, 1º de fevereiro de 2026. AP/Carlos Borbon O Tribunal Supremo Eleitoral informou que, com votos de 75% das seções eleitorais apurados, a populista conservadora Laura Fernández, do Partido do Povo Soberano, tinha 49,1% dos votos. Seu adversário mais próximo era o economista Álvaro Ramos, do Partido de Libertação Nacional, com 32,8%. É necessário obter pelo menos 40% do total de votos para vencer a eleição presidencial no primeiro turno. Caso contrário, os dois candidatos mais votados irão para um segundo turno em 5 de abril. Fernández fez campanha defendendo a continuidade das políticas do presidente Rodrigo Chaves, que não pode concorrer à reeleição. Veja os vídeos que estão em alta no g1 O aumento da criminalidade nos últimos anos na historicamente pacífica nação centro-americana pode ser um fator decisivo para muitos eleitores. Alguns culpam o governo Chaves por não ter conseguido reduzir esses índices, mas muitos veem seu estilo confrontador como a melhor chance de a Costa Rica conter a violência. Fernández foi anteriormente ministra do Planejamento Nacional e Política Econômica de Chaves e, mais recentemente, ministra da Presidência. Ela é a sucessora preferida de Chaves e era considerada a favorita antes da eleição de domingo. Os costa-riquenhos também votaram para a Assembleia Nacional, composta por 57 cadeiras. Espera-se que o partido de Chaves ganhe mais espaço, mas talvez não alcance a supermaioria que ele e Fernández defendem — o que permitiria, por exemplo, que o partido escolhesse magistrados da Suprema Corte. Vinte candidatos disputavam a presidência, mas nenhum, além de Fernández e Ramos, ultrapassou 5% nos resultados preliminares e parciais. Cerca de 3,7 milhões de costa-riquenhos estão aptos a votar. A votação começou às 6h de domingo e terminou às 18h. Ronald Loaiza, engenheiro eletricista, foi um dos primeiros a votar sob chuva e frio na manhã de domingo em uma escola em Cartago, a cerca de 25 quilômetros a leste de San José. Ele foi cedo para poder acompanhar o pai mais tarde, em outra cidade. “Espero que seja uma celebração democrática, que as pessoas saiam para votar”, disse ele. “É muito importante que exerçamos o direito que este país nos dá, que tenhamos consciência da nossa democracia.” Há quatro anos, Chaves fez uma campanha como “outsider” que o levou à vitória sobre os partidos tradicionais do país, apesar de já ter sido, por pouco tempo, ministro da Economia em um governo anterior. Sua narrativa de que os partidos tradicionais eram corruptos e agiam por interesse próprio teve grande repercussão em um país com alto desemprego e um déficit orçamentário crescente.