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Quaest: 79% se dizem otimistas em alcançar seus objetivos; 50% se dizem pessimistas com o sistema político

Pesquisa Quaest aponta que 79% dos brasileiros disseram estar otimistas em alcançar seus objetivos. Contudo, 50% afirmaram que se sentem pessimistas com o func...

Quaest: 79% se dizem otimistas em alcançar seus objetivos; 50% se dizem pessimistas com o sistema político
Quaest: 79% se dizem otimistas em alcançar seus objetivos; 50% se dizem pessimistas com o sistema político (Foto: Reprodução)

Pesquisa Quaest aponta que 79% dos brasileiros disseram estar otimistas em alcançar seus objetivos. Contudo, 50% afirmaram que se sentem pessimistas com o funcionamento do sistema político do país. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça De acordo com o levantamento, além dos 79% que se sentem otimistas em relação aos próprios objetivos de vida, 19% se dizem pessimistas e 2% não sabem ou não responderam. Já em relação ao funcionamento do sistema político, 50% se sentem pessimistas, 44% se dizem otimistas e 6% não sabem ou não responderam. Veja os números: Pergunta: Você se sente mais otimista ou pessimista em relação...? A sua capacidade de alcançar objetivos na vida Mais otimista: 79%; Mais pessimista: 19%; Não sabe/não respondeu: 2%. Ao funcionamento do nosso sistema político Mais otimista: 44%; Mais pessimista: 50%; Não sabe/não respondeu: 6%. Confira todas as perguntas e respostas da pesquisa: Quaest: levantamento mostra onde brasileiro está mais otimista e mais pessimista Arte/g1 A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas entre os dias 10 e 13 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiança é de 95%. Veja os vídeos que estão em alta no g1 2027, crianças, emprego e educação A Quaest também perguntou sobre como os brasileiros se sentem – mais otimistas ou mais pessimistas – sobre o próximo ano, o futuro das crianças e a situação de emprego e de educação no Brasil. Veja os números: Pergunta: Você se sente mais otimista ou pessimista em relação...? De que o próximo ano será um ano melhor do que este Mais otimista: 75%; Mais pessimista: 22%; Não sabe ou não respondeu: 3%. De que quando as crianças de hoje crescerem, elas terão uma situação financeira melhor do que a dos seus pais Mais otimista: 64%; Mais pessimista: 33%; Não sabe ou não respondeu: 3%. A disponibilidade de empregos bem remunerados Mais otimista: 57%; Mais pessimista: 39%; Não sabe ou não respondeu: 4%. Ao sistema educacional do nosso país Mais otimista: 57%; Mais pessimista: 39%; Não sabe ou não respondeu: 4%; Sensações diferentes entre posicionamentos políticos A sensação de otimismo ou de pessimismo dos brasileiros muda de acordo com o posicionamento político, segundo a Quaest. O destaque está nas perguntas sobre emprego: a diferença das respostas entre lulistas e bolsonaristas chega a 24 pontos percentuais. Os mais otimistas sobre emprego são os eleitores do presidente Lula (71%) e os menos otimistas, os apoiadores de Jair Bolsonaro (47%). Entre as pessoas que se dizem independentes politicamente, 53% estão otimistas com a questão do emprego e 41% estão pessimistas. Outro ponto que mostra grande divergência entre lulistas e bolsonaristas é sobre o sistema de educação, com diferença de 23 pontos percentuais entre quem se considera otimista. Enquanto 73% lulistas se dizem otimistas sobre educação, o índice é de 50% entre bolsonaristas. Entre os independentes, 52% se declararam otimistas sobre esse tema. Veja como os entrevistados responderam a cada pergunta de acordo com seu posicionamento político: Quaest: recorte de posicionamento político Arte/g1 Renda x otimismo Ao comparar respostas dos entrevistados com diferentes recortes de renda familiar, o destaque está no contraste da percepção em relação ao sistema educacional e às perspectivas de que as crianças tenham no futuro uma situação financeira melhor do que a dos pais delas. Em relação à educação, 64% das pessoas que recebem até dois salários mínimos se diz otimista. Esse índice é de 55% entre quem recebe de dois a cinco salários mínimos e de 51% na faixa que ganha mais do que cinco salários mínimos. O otimismo de quem tem a renda mais baixa (até dois salários mínimos) se destaca também quando se fala do futuro das crianças. Nesse estrato, 69% se dizem otimistas – em contraposição com 56% de quem recebe mais de 5 salários mínimos. Região x otimismo As perguntas sobre educação e sobre o futuro das crianças foram as que tiveram maior diferença de respostas também quando se comparam as regiões do país em que vivem os entrevistados. No quesito sistema educacional, 66% dos moradores do Centro-Oeste e do Norte se disseram otimistas, resposta de apenas 48% das pessoas do Sudeste. A diferença é de 18 pontos percentuais. Em relação às perspectivas financeiras para as crianças, o Centro-Oeste e Norte também se destacaram pelo otimismo, com 73%. O índice ficou em 57% no Sudeste – diferença de 16 pontos.