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Pela primeira vez, duas bigh techs enfrentam júri popular em processo sobre vício nas redes sociais

Redes sociais vão a julgamentoi nos Estados Unidos Nos Estados Unidos, empresas de tecnologia enfrentam processos na Justiça sobre danos causados à saúde me...

Pela primeira vez, duas bigh techs enfrentam júri popular em processo sobre vício nas redes sociais
Pela primeira vez, duas bigh techs enfrentam júri popular em processo sobre vício nas redes sociais (Foto: Reprodução)

Redes sociais vão a julgamentoi nos Estados Unidos Nos Estados Unidos, empresas de tecnologia enfrentam processos na Justiça sobre danos causados à saúde mental de crianças. O primeiro desses julgamentos começou nesta segunda-feira (9), na Califórnia. Pela primeira vez, duas das maiores empresas de tecnologia do mundo vão enfrentar um júri popular em um processo sobre o vício nas redes sociais. A autora da ação tem 20 anos e acusou a Meta, dona do Instagram e do Facebook, e o YouTube, que é do Google, de desenvolverem propositalmente produtos viciantes para crianças com a intenção de aumentar o lucro. A jovem, identificada apenas como KGM, disse que começou a usar redes sociais aos 6 anos. Na primeira audiência, na segunda-feira (9), em Los Angeles, o advogado argumentou que ela teve acesso a conteúdos perigosos e deprimentes, que intensificaram sua depressão, ansiedade e pensamentos suicidas; e que os filtros do Instagram a levaram a desenvolver uma distorção na forma como se enxerga. Pela primeira vez, duas bigh techs enfrentam júri popular em processo sobre vício nas redes sociais Jornal Nacional/ Reprodução YouTube e Meta afirmam que não há evidências científicas de que suas plataformas causam dependência; e que, ao longo dos anos, adotaram uma série de medidas de proteção. O advogado da Meta argumentou no julgamento que os problemas de saúde mental da jovem foram causados por abusos e conflitos familiares: "Se você tirasse o Instagram e todo o resto permanecesse igual, a vida dela seria completamente diferente?", questionou. O caso é considerado histórico porque pode influenciar outros milhares de processos parecidos pelos Estados Unidos. O julgamento na Califórnia deve durar até oito semanas, e o fundador da Meta, Mark Zuckerberg, vai prestar depoimento. O TikTok e o Snapchat também faziam parte do processo, mas fizeram acordos antes do começo do julgamento. LEIA TAMBÉM Meta e Google enfrentam processo nos EUA sobre vício em redes sociais entre jovens Big techs planejam gastar US$ 600 bilhões na ‘corrida da IA’ em 2026 e deixam investidores apavorados A ofensiva da União Europeia para enquadrar as big techs americanas Fenômeno da IA agora assusta investidores? 'Chefões' tentam amenizar preocupações