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Grupo de médicos no Catar vive indefinição sobre retorno ao Brasil após tensão no Oriente Médio: 'Assustados e preocupados'

Conflito no Oriente Médio: Médica brasileira em férias registra mísseis no céu de Doha Um grupo de médicos brasileiros em férias no Oriente Médio vive i...

Grupo de médicos no Catar vive indefinição sobre retorno ao Brasil após tensão no Oriente Médio: 'Assustados e preocupados'
Grupo de médicos no Catar vive indefinição sobre retorno ao Brasil após tensão no Oriente Médio: 'Assustados e preocupados' (Foto: Reprodução)

Conflito no Oriente Médio: Médica brasileira em férias registra mísseis no céu de Doha Um grupo de médicos brasileiros em férias no Oriente Médio vive indefinição sobre a volta para casa após a escalada do conflito envolvendo Estados Unidos e Israel contra o Irã. Os turistas estão retidos em Doha, capital do Catar, onde desembarcaram na sexta-feira (27) após passarem por Egito e Jordânia. Os bombardeios tiveram início no dia seguinte. 📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp A viagem de retorno dos colegas para o Rio Grande do Sul estava prevista para terça-feira (3) e foi cancelada nesta segunda (2). "Ninguém sabe o que vai acontecer, estamos assustados e preocupados", relata ao g1 a ginecologista Dea Suzana Miranda Gaio. A turma de amigos está em um hotel no centro da cidade. O local, em uma zona de comércio e turismo aquecidos, fica a alguns quilômetros de Al Udeid, a maior base militar dos Estados Unidos no Oriente Médio. "No primeiro dia da guerra, ouvimos muito próximo o barulho do bombardeio e víamos os mísseis de interceptação muito perto do hotel", complementa Dea. Em comunicado, a Embaixada do Brasil no Catar informa que a orientação é de que "todos devem permanecer em suas residências ou em local seguro, e não sair, exceto em casos de extrema necessidade, até que o perigo tenha passado". Leia abaixo a íntegra Conflito no Oriente Médio: grupo de médicos em Doha vive indefinição sobre retorno ao Brasil Arquivo Pessoal/Dea Suzana Miranda Gaio Guerra EUA e Israel x Irã Estados Unidos e Israel lançaram um grande ataque contra o Irã na manhã de sábado (28), o que deflagrou uma guerra entre os três países. Explosões foram registradas na capital Teerã e em diversas outras cidades iranianas. Os bombardeios mataram o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, e outros membros de alto escalão da cúpula militar e de governo iraniano. Ao todo, 555 pessoas foram mortas desde o início dos ataques ao país, afirmou a organização humanitária Crescente Vermelho do Irã em atualização nesta segunda-feira (2). Em resposta aos ataques dos EUA e de Israel, o Irã disparou mísseis contra o território israelense e contra bases militares norte-americanas no Oriente Médio. Essa troca de ataques continua desde então, com bombardeios diários contra Israel e Irã, sendo presenciados em outros países da região. Os EUA informaram no domingo que três militares do país foram mortos desde o início da guerra, e Trump prometeu "vingá-los". "Infelizmente, haverá mais [mortes] antes que [a guerra] acabe. Mas os Estados Unidos vão vingar seus mortos e desferir o golpe mais devastador aos terroristas que travam uma guerra, basicamente, contra a civilização", afirmou o presidente dos EUA no domingo. Conflito no Oriente Médio: grupo de médicos em Doha vive indefinição sobre retorno ao Brasil Arquivo Pessoal/Dea Suzana Miranda Gaio Comunicado da Embaixada do Brasil no Catar "COMUNICADO A Embaixada do Brasil no Estado do Qatar orienta a comunidade brasileira a seguir rigorosamente as instruções e determinações emitidas pelas autoridades do Estado do Qatar. Recomendamos, ainda, que acompanhem regularmente os canais oficiais e as redes sociais da Embaixada para atualizações e orientações adicionais A orientação vigente do governo do Catar é que todos devem permanecer em suas residências ou em local seguro, e não sair, exceto em casos de extrema necessidade, até que o perigo tenha passado." Conflito se expande no Oriente Médio VÍDEOS: Tudo sobre o RS