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GDF decreta luto oficial pela morte de Oscar Schmidt

Hortencia fala sobre o legado de Oscar O governo do Distrito Federal decretou luto oficial de três dias pela morte do maior ídolo da história do basquete bra...

GDF decreta luto oficial pela morte de Oscar Schmidt
GDF decreta luto oficial pela morte de Oscar Schmidt (Foto: Reprodução)

Hortencia fala sobre o legado de Oscar O governo do Distrito Federal decretou luto oficial de três dias pela morte do maior ídolo da história do basquete brasileiro, o ala Oscar Schmidt. A publicação foi feita em edição extra do Diário Oficial do DF deste sábado (18). O astro das quadras morreu aos 68 anos nesta sexta-feira (17) em Santana do Parnaíba, na grande São Paulo, após passar mal. O velório e enterro serão restritos à família e amigos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 DF no WhatsApp. Schmidt descobriu o basquete quando se mudou para Brasília, na adolescência. Em depoimento à TV Globo, gravado em 2020 para o aniversário de 60 anos de Brasília, o Mão Santa relembrou a mudança de Natal (RN) para Brasília com a família, aos 13 anos. Oscar disse ter sido incentivado por um professor de educação física a tentar as primeiras cestas. "Se eu não fosse para Brasília, talvez eu não tivesse virado jogador de basquete. Meu professor de educação física era o mesmo treinador do Unidade Vizinhança [clube na Asa Sul]. E um dia ele falou: 'Oscar, vai lá, eu sou treinador. De repente, você gosta de basquete", relembrou Oscar. O primeiro técnico Fãs, amigos e atletas homenageiam Oscar Schmidt, que morreu aos 68 anos Jornal Nacional/ Reprodução Por recomendação de seu primeiro professor, Zezão, Oscar de fato passou a frequentar o Clube Unidade Vizinhança, onde foi treinado por Laurindo Miura. No vídeo, Oscar Schmidt falou sobre o treino especial de coordenação que recebeu de Miura – e relembrou um conselho que pode ter sido fundamental para o sucesso do atleta. "O técnico da minha categoria era um cara que fazia alguns exercícios estranhos. Fazia uma fileirinha de pedrinhas no chão, tinha que ir quicando a bola com uma mão e pegando as pedrinhas com a outra. Isso, para um moleque desengonçado, era um terror", relembrou, entre risadas. "Um dia, eu estava arremessando a bola, o cara: 'Oscar, você tá vendo a cesta?'. Eu: 'Não'. 'Levanta a cabeça, arremessa assim'. 'Mas assim, eu não vou acertar nenhuma'. Aí, ele falou: 'Mas começa certo, que um dia você vai acertar muitas'", rememorou. "Foi graças ao Laurindo Miura que eu consegui me coordenar para esse jogo, que é super divertido." Leia mais notícias sobre a região no g1 DF.