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Dia do trabalhador: veja o que abre e o que fecha em Cuiabá e Várzea Grande

Na região metropolitana, o comércio de rua e as lojas de shoppings não irão funcionar. Reprodução O feriado do Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-...

Dia do trabalhador: veja o que abre e o que fecha em Cuiabá e Várzea Grande
Dia do trabalhador: veja o que abre e o que fecha em Cuiabá e Várzea Grande (Foto: Reprodução)

Na região metropolitana, o comércio de rua e as lojas de shoppings não irão funcionar. Reprodução O feriado do Dia do Trabalhador, celebrado nesta sexta-feira (1º), altera o funcionamento de serviços públicos e do comércio em Cuiabá e Várzea Grande. A data é considerada feriado nacional e garante folga para parte dos trabalhadores. Na região metropolitana, o comércio de rua e as lojas de shoppings não irão funcionar. Segundo a Câmara de Dirigentes Lojistas de Cuiabá (CDL Cuiabá), a medida segue a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). Já nas repartições públicas estaduais, não haverá expediente nas unidades administrativas do Poder Executivo. Serviços essenciais, como saúde e segurança, continuam funcionando em regime de plantão. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 MT no WhatsApp Vídeos em alta no g1 De acordo com o governo do estado, o funcionamento segue o calendário oficial de feriados e pontos facultativos de 2026, estabelecido pelo Decreto nº 1.787/2025. O atendimento normal será retomado na segunda-feira (4). Veja abaixo o que abre e o que fecha durante o feriado: O que abre e o que fecha no Dia do Trabalhador (1º) Por que é feriado? A vida no centro da Revolução Industrial foi extremamente difícil para muitos Getty Images/ BBC Foi por causa de uma greve de trabalhadores ocorrida em 1886, em Chicago, nos Estados Unidos, reivindicando jornada de 8 horas por dia, que o dia Primeiro de Maio entrou para a História como Dia Internacional dos Trabalhadores. Ou Dia do Trabalhador, Dia do Trabalho ou Festa do Trabalho — as denominações variam de parte a parte do planeta e carregam pequenas diferenças semânticas. No Brasil, embora haja registros de manifestações operárias já no fim do século 19, a data foi oficializada em 1924 — durante a gestão do presidente Artur Bernardes (1875-1955) — mas, como atestam historiadores contemporâneos, acabou sendo cooptada pela máquina estatal alguns anos mais tarde, na gestão Getúlio Vargas (1882-1954).