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Copom reduz taxa de juros, e o FED mantém

Copom corta juros em 0,25 ponto percentual e Federal Reserve mantém taxa inalterada A guerra no Irã voltou a pesar na decisão sobre os juros no Brasil e nos ...

Copom reduz taxa de juros, e o FED mantém
Copom reduz taxa de juros, e o FED mantém (Foto: Reprodução)

Copom corta juros em 0,25 ponto percentual e Federal Reserve mantém taxa inalterada A guerra no Irã voltou a pesar na decisão sobre os juros no Brasil e nos Estados Unidos. Nos mercados, têm sido longas as super quartas. Seja em Washington ou Brasília, as decisões de política monetária estão mais difíceis. "O cenário não podia ser mais incerto. No curto prazo, tem uma situação de conflito militar no Golfo Pérsico, na Europa, pressionando o preço do petróleo. Agora em maio, haverá a mudança do presidente do Federal Reserve System dos Estados Unidos, que é o Banco Central norte-americano”, diz Sergio Goldbaum, economista da FGV. Na reta final da gestão de Jerome Powell, o Banco Central americano manteve os juros entre 3,5% e 3,75% ao ano, no menor nível desde setembro de 2022. Na mesa dos diretores do FED e do Comitê de Política Monetária do nosso Banco Central está a preocupação com a inflação, pressionada pela alta do petróleo como consequência da guerra no Oriente Médio. O cenário, segundo economistas, deixa pouco espaço para o corte de juros. A expectativa pela decisão do Banco Central esfriou os negócios no Brasil. A bolsa brasileira caiu e o dólar fechou em alta, a R$ 5. A nova taxa básica de juros, agora a 14,5%, saiu depois do fechamento do mercado. Foi o segundo corte seguido de 0,25 ponto percentual. No comunicado, o comitê cita a indefinição do conflito no Oriente Médio, a inflação acima da meta e fala em cautela, sem sinalizar os próximos passos. Copom reduz taxa de juros, e o FED mantém Jornal Nacional/ Reprodução O economista Rodrigo Marcatti, presidente-executivo da Veedha Investimentos, avalia que os juros altos são consequência do desequilíbrio nas contas do Brasil: "O Banco Central só consegue cortar juros de forma consistente quando o governo também faz a sua parte através da política fiscal. Se a gente tem um governo gastando muito, gastando mais do que pode, inclusive, nada adianta o Banco Central tentar colocar uma taxa de juros mais restritiva para a economia, porque a conta não vai fechar do mesmo jeito no final do dia”. LEIA TAMBÉM Pressão e ofensas de Trump: super quarta tem última decisão de Powell à frente do Fed; relembre