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Condomínio em SP: como fazer manutenção sem estourar o orçamento

Condomínio em SP: como fazer manutenção sem estourar o orçamento Abril costuma trazer preocupação para quem mora em condomínio. Com o fim do período de ...

Condomínio em SP: como fazer manutenção sem estourar o orçamento
Condomínio em SP: como fazer manutenção sem estourar o orçamento (Foto: Reprodução)

Condomínio em SP: como fazer manutenção sem estourar o orçamento Abril costuma trazer preocupação para quem mora em condomínio. Com o fim do período de chuvas mais intensas, chega a hora de colocar a manutenção em dia. Elevadores, fachadas, bombas d’água e telhados entram na lista com um desafio em comum: como fazer os reparos necessários sem comprometer o orçamento. No SP1, o especialista em condomínios Marcio Rachkorsky explicou que manutenção não deve ser vista como gasto, mas como investimento para preservar o patrimônio e evitar despesas ainda maiores no futuro. Veja abaixo as principais dúvidas. 🧱 “Manutenção não é luxo, né?” Não. Segundo o especialista, trata-se de uma necessidade básica de conservação, segurança e valorização do imóvel. Adiar esse tipo de intervenção pode comprometer a estrutura do prédio e gerar custos mais altos no futuro. ⏳ “O que acontece quando o condomínio adia obras necessárias?” O principal impacto é financeiro. Obras que poderiam ser feitas de forma preventiva acabam se tornando corretivas, mais complexas e muito mais caras. “Fica até três vezes mais caro”, explica Rachkorsky, ao destacar que o problema tende a se agravar com o tempo. 🔧 “Quais são os problemas mais comuns?” Entre os principais erros estão a falta de manutenção desde os primeiros anos do prédio, a realização de reparos improvisados e a ausência de acompanhamento técnico. Segundo o especialista, soluções paliativas e sem planejamento podem gerar novos problemas em pouco tempo e elevar ainda mais os custos. ⚠️ “Elevador, câmeras, infiltração… o que deve ser prioridade?” A prioridade deve ser definida com base em critérios técnicos. Problemas que oferecem risco à segurança ou à saúde dos moradores devem ser resolvidos primeiro. Itens relacionados à estética ou melhoria visual podem ser deixados para depois. 💰 “O fundo de reserva costuma ser suficiente?” Depende do histórico do condomínio. Em prédios que acumulam recursos ao longo dos anos, o fundo pode cobrir parte das despesas. A recomendação é manter dois tipos de reserva: um para emergências e outro específico para manutenção periódica, evitando cobranças extras inesperadas. 📊 “Como o síndico pode dar mais transparência nesses casos?” A orientação é adotar três medidas principais: criar uma comissão de moradores, contar com apoio técnico de um engenheiro e apresentar múltiplos orçamentos antes de tomar decisões. Essas práticas ajudam a dar mais segurança aos condôminos e reduzem conflitos.