cover
Tocando Agora:
A RÁDIO CIDADE . TOP - FELIZ 2026!!!

Bangladesh, um dos países mais populosos da Ásia, vota para escolher novo governo

Bangladesh tem eleições depois de queda de governo autoritário Um dos países mais populosos da Ásia votou nesta quinta-feira (12) para escolher um novo gov...

Bangladesh, um dos países mais populosos da Ásia, vota para escolher novo governo
Bangladesh, um dos países mais populosos da Ásia, vota para escolher novo governo (Foto: Reprodução)

Bangladesh tem eleições depois de queda de governo autoritário Um dos países mais populosos da Ásia votou nesta quinta-feira (12) para escolher um novo governo. Há quase dois anos, manifestações derrubaram um regime autoritário em Bangladesh. Uma eleitora descreveu o clima como de festa. É a primeira eleição nacional desde a onda de protestos, em 2024, liderada por jovens da geração Z – 1,4 mil manifestantes morreram. O governo da primeira-ministra Sheikh Hasina caiu, acusado de uma guinada autoritária ao longo de 15 anos no poder. Ela fugiu para a Índia. Em 2025, a Justiça de Bangladesh condenou a ex-premiê à pena de morte por crimes contra a humanidade. Mas o país vizinho não parece disposto a extraditá-la. A crise afetou a economia do segundo maior exportador de vestuário do mundo. Agora, sonhando com estabilidade, eleitores voltaram às urnas: 128 milhões estavam registrados. Pelo menos 50 partidos concorreram, um recorde. O de Hasina foi banido. O Partido Nacionalista de Bangladesh, que fazia oposição a ela, garantiu a maioria das 300 cadeiras do Parlamento. Bangladesh, um dos países mais populosos da Ásia, vota para escolher novo governo Jornal Nacional/ Reprodução Paralelamente, eleitores votaram também em um referendo sobre reformas constitucionais. Entre elas, o aumento da representação feminina, o fortalecimento da independência do Judiciário e um limite de dois mandatos para o cargo de primeiro-ministro. Especialistas independentes das Nações Unidas lembraram: para que a democracia prospere em Bangladesh, o novo governo precisa garantir direitos básicos de liberdade. A Kamrunahar concorda: “Queremos viver felizes, em liberdade, em segurança. Só isso”. LEIA TAMBÉM Com alta participação, Bangladesh faz 1ª eleição no mundo motivada por protestos da geração Z