Acusado de matar homem com barra de ferro em Itapeva é condenado a 15 anos e 9 meses de prisão
Agnaldo de Almeida ficou gravemente ferido após ser espancado com uma barra de ferro em Itapeva (SP) Reprodução/Redes Sociais A Justiça condenou a 15 anos e...
Agnaldo de Almeida ficou gravemente ferido após ser espancado com uma barra de ferro em Itapeva (SP) Reprodução/Redes Sociais A Justiça condenou a 15 anos e 9 meses de prisão, em regime fechado, o homem acusado de matar Agnaldo Francisco de Almeida, de 53 anos, em março de 2023, em Itapeva (SP). A decisão, que reconhece o crime de homicídio qualificado, foi divulgada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) nesta sexta-feira (13). De acordo com a sentença, o réu José Marcelo Magalhães foi condenado por homicídio qualificado, conforme o artigo 121, §2º, incisos II e IV, do Código Penal. O juiz também negou ao réu o direito de recorrer em liberdade, determinando que ele permaneça preso. Na decisão, o magistrado ainda descartou a substituição da pena por medidas alternativas ou a suspensão da condenação. O crime Agnaldo foi agredido com uma barra de ferro durante uma briga em 25 de fevereiro de 2023 próximo ao Conjunto Habitacional, em Itapeva. Moradores, que presenciaram a agressão, acionaram a Polícia Militar e o Samu. O agressor fugiu do local antes da chegada das equipes. O homem chegou a ser foi socorrido com ferimentos graves na cabeça e foi levado ao pronto-socorro da cidade. Agnaldo morreu durante a madrugada de 8 de março de 2023, dias após a briga, ao passar mal na casa dos tios. Uma equipe do Serviço Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte da vítima, atestada como “indeterminada” pelo médico responsável. A Polícia Civil chegou a interromper o velório dele para encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML) de Itapeva. Com a informação de que a vítima de espancamento havia morrido, o delegado responsável pela investigação requisitou um exame necroscópico para apurar as causas do óbito. Por causa disto, o funeral precisou ser interrompido. O corpo de Agnaldo de Almeida passou por necropsia. Segundo o delegado, a medida foi tomada para não atrapalhar as investigações. Initial plugin text Veja mais notícias no g1 Itapetininga e Região VÍDEOS: assista às reportagens da TV TEM